"Se você nasceu sem asas, não faça nada para impedí-las de crescer. Permita ser!" 

Ingrid Decker, Dengo, ou simplesmente, Ing. Assim é conhecida mundo afora esta curitibana que já fez de tudo um pouco nessa vida. Já girou o planeta e ainda está só no começo de sua trajetória. Como ela mesmo diz segue seu rumo com a “mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo”.

Conheci Ing por volta de 2007 em Florianópolis. Eu morava na ilha e ela mesmo morando em Curitiba todo fim de semana ia para “Magia”(Floripa) surfar. Tinhamos amigos em comum e nessa época eu nem poderia imaginar que aquela menina seria uma de minhas melhores amigas, se não for a mais querida. Costumo brincar com ela dizendo que é minha madrinha. Pois foi em sua então Revista – a Freex que tive o primeiro contato com a fotografia de esportes extremos, em específico, skate e surfe.

Com um misto de paz interior e inquietude de conhecer e saber, Ingrid participou e fundou inúmeros projetos. O tema abordado em via de regra era “Esporte como Transformação Social”. Ceo, jornalista, editora, diretora de criação, diretora de esportes essas foram apenas algumas funções que desempenhou em seguimentos como: Revista Freex, Filhas do Mar, Esporte no Ápice, Parceiros do Mar, Brasil Surf Girls e muitos outros veículos.

Hoje Ingrid está na Indonésia, com o projeto Gringa do Sul, em uma trip jornalística documental em busca de auto conhecimento e espiritualização. Ela descreve como Jornalismo Nômade Digital: “Não é sobre os destinos, sobre as viagens. Apenas aproveite o passeio.”

Para saber mais siga o Instagram @gringadosul 

Por fim, este foi um ensaio realizado no Rio de Janeiro pouco antes de sua viagem. Agora espero ansioso seu retorno Dengo para ouvir suas histórias e aventuras dessa mais recente trip, e quem sabe,  tocarmos algum projeto juntos novamente. Grande beijo e até a volta minha irmã.

“De repente tudo vai ficando tão simples que assusta. A gente vai perdendo as necessidades, vai reduzindo a bagagem. As opiniões dos outros, são realmente dos outros, e mesmo que sejam sobre nós, não tem importância. Vamos abrindo mão das certezas, pois já não temos certeza de nada. E, isso não faz a menor falta. Paramos de julgar, pois já não existe certo ou errado e sim a vida que cada um escolheu experimentar. Por fim entendemos que tudo que importa é ter paz e sossego, é viver sem medo, é fazer o que alegra o coração naquele momento e só

Liu Endres

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